Escalada: novo esporte olímpico fortalece músculos e turbina a resistência

Escalada: novo esporte olímpico fortalece músculos e turbina a resistência
Getty Images
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Ao acompanhar as Olimpíadas de Tóquio, é comum bater aquela vontade de praticar vários esportes. Em algumas modalidades, desistimos rapidamente da ideia, pois elas parecerem impossíveis de serem feitas por um sedentário ou até mesmo por alguém que malhou a vida inteira na academia —como o salto com vara e a ginástica artística.

Porém, outras atividades são muito acessíveis para nós, “simples mortais”. Entre os esportes olímpicos que praticamente todas as pessoas podem praticar está a escalada, modalidade que estreou na competição esse ano e traz muitos benefícios à saúde física e mental.

Inspirado no montanhismo, o esporte olímpico é realizado em paredes construídas especificamente para esse fim — encontradas em academias, clubes ou ginásios da modalidade.

Com diferentes alturas e inclinações, as paredes são paramentadas com agarras que imitam pedras, utilizadas para dar suportes para as mãos e os pés do escalador, permitindo que ele chegue ao topo.

“A escalada olímpica é bastante adaptável e pode ser realizada independentemente de idade, peso, condicionamento ou limitação física, o que a torna bastante democrática”, diz Neudson Aquino, analista técnico da ABEE (Associação Brasileira de Escalada Esportiva), de Fortaleza, no Ceará. Tanto isso é verdade que o presidente da ABEE, Raphael Nishimura, que foi ouro no Campeonato Brasileiro de Escalada, tem distonia muscular, distúrbio neurológico que provoca a contração involuntária dos músculos e mobilidade limitada.

Mesmo quem tem medo de altura pode se aventurar nas paredes. A atividade, inclusive, ajuda muitas pessoas a superarem esse trauma, já que é realizada em um ambiente controlado e seguro.

Ficou animado? Então, não fique só vendo esportes olímpicos no sofá e conheça os benefícios que você vai colher ao praticar a escalada. “Podemos dizer que ela é um dos exercícios mais completos para o corpo humano e proporciona diversos ganhos à saúde”, adianta o médico do esporte e fisiatra Fabrício Buzatto, membro da SBMEE (Sociedade Brasileira de Medicina do Exercício e do Esporte).

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