Atleta potiguar desponta como um dos grandes nomes do wrestling no Brasil

Atleta potiguar desponta como um dos grandes nomes do wrestling no Brasil
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A luta olímpica ou wrestling é disputada desde o ano 704 a.C. nos Jogos Olímpicos da Antiguidade e ao lado da maratona possui o posto de esporte mais antigo da humanidade. Nos Jogos Olímpicos da era moderna estreou em 1896 e figura desde a edição de St. Louis em 1904, nos Estados Unidos. Já o wrestling feminino, ou estilo livre feminino, estreou em 2004, nos Jogos Olímpicos de Atenas.

O que muitos não sabem é que o Rio Grande do Norte tem um dos principais nomes de wrestling feminino do Brasil: Rosemary Brito, que é do distrito de Matas, na cidade de Ceará-Mirim, Região Metropolitana de Natal. Aos 24 anos, a atleta recorda que começou na vida esportiva em outra modalidade. “Praticava MMA, quando me ofereceram um esporte no qual poderia participar de competições de nível escolar e brasileiro. Também utilizo o wrestling para melhorar meu jogo no MMA”, afirmou.

A escolha não poderia ter sido mais acertada. Rosemary tem um currículo de dar inveja: campeã brasileira, medalhista nos Jogos Escolares Brasileiros (Jeb’s), campeã dos Jogos Escolares do Rio Grande do Norte (Jern’s), campeã brasileira interclubes e campeã da Copa do Brasil. Hoje ela é a número 2 do ranking brasileiro até 55kg, atrás apenas de Amanda Leal, do Mato Grosso do Sul.

Como boa parte dos esportistas do Rio Grande do Norte, para Rosemary chegar onde chegou o caminho não foi fácil. “Como sempre, tem a questão da falta de apoio governamental aos atletas e modalidades. Procuro não depender muito dos órgãos públicos”. “Apoiem os esportistas do seu país, estado ou cidade, todos que estão no topo começaram em competições de bairro”, completou.

Para o futuro Rosemary tem objetivos bem definidos. “Fazer diferença na vida das pessoas através do esporte, como fez na minha vida. Conseguir elevar meu nome no cenário nacional através da modalidade que me sustentou, me fez conhecer novas possibilidades e oportunizou ser uma atleta e estudante universitária, através do projeto aluno/atleta Estácio”.

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