Startup potiguar muda a vida de mais de três mil cães cegos no Brasil

Startup potiguar muda a vida de mais de três mil cães cegos no Brasil
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Quem é tutor de um cãozinho de estimação sabe a dor que é quando os animais ficam doentes, principalmente de enfermidades ‘incuráveis’, que acabam afetando o dia a dia o bichinho.

Mas existem pessoas no mundo que estão sempre buscando tornar a vida desses cães melhor, garantindo um pouco de retorno de todo amor que os animais entregam durante toda a vida para os seus ‘papais’.

E duas dessas pessoas estão no Rio Grande do Norte. As empresárias Luana Wandecy e Natália Dantas são as responsáveis pela startup BlinDog, que vem ganhando cada vez mais destaque no cenário empresarial nacional e internacional.

Tudo começou em uma competição de negócios inovadores em Natal/RN. As fundadoras Luana e Natália se conheceram lá e logo se juntaram por terem em comum Sherlock e Princesa, cães cegos que batiam a cabeça repetidamente nas paredes e móveis de suas casas, e ao procurar uma solução no mercado se viram frustradas, pois não havia um produto sequer que resolvesse o problema com conforto e segurança que era necessário para eles.

Luana e Natália são as fundadoras da BlinDog

A BlinDog tem como carro-chefe uma coleira inteligente, que guia os animais cegos para que eles consigam desviar de obstáculos. O equipamento funciona por meio da identificação desses obstáculos, emitindo alertas vibratórios no momento em que o animal deve desviar, condicionando-o ao estímulo negativo da vibração.

“O produto funciona assim: se você não quer que seu cachorro suba no sofá ou na cama, então coloca uma “tagzinha” nele e outra em todos os lugares que você não quer que ele se aproxime. O funcionamento é parecido (com o da coleira): vibra e ele se afasta”, explica Luana.

Atualmente, mais de 3 mil cachorros utilizam a coleira inteligente em todo o Brasil.

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