Movimentos sociais fazem manifestação sábado no Rio Grande do Norte

Movimentos sociais fazem manifestação sábado no Rio Grande do Norte
Foto: Vctor Silva (@victorosil
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Centrais sindicais, entidades estudantis e movimentos sociais programam para o sábado (24) protestos contra o governo do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) em diversas cidades do Rio Grande do Norte. Manifestações também estão marcadas em diversas capitais do País.

Em Natal, a ação está marcada para acontecer às 15h. A concentração será no cruzamento das avenidas Salgado Filho e Nevaldo Rocha, no bairro de Lagoa Nova, em frente ao Shopping Midway.

Após a abertura, com falas e manifestações públicas, o grupo deve seguir em passeata, pela Avenida Salgado Filho, rumo ao Viaduto do Quarto Centenário, que é o local previsto para encerramento e dispersão do ato contra o governo federal.

Os organizadores do evento reforçam que, durante todo o ato, os organizadores vão reforçar a importância do distanciamento social e do uso de máscaras faciais. A previsão é de uma maior adesão do público em comparação ao ato que ocorreu no dia 19 de junho em Natal. “Vamos ter uma plenária quinta-feira e faremos uma avaliação da mobilização, mas a tendência é ser maior o público, pelo fato do aumento de pessoas vacinadas”, disse Celino Bezerra, presidente do Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), que é uma das entidades organizadoras do evento.

Além de Natal, atos também também estão confirmados nas cidades de Parnamirim, Mossoró, João Câmara, Passa e Fica, Macau e Macaíba. Cada cidade terá uma manifestação própria, e as ações devem acontecer no período da manhã.

Em nota publicada nesta quarta-feira (21), as entidades que irão participar do ato justificam que a ação do governo federal no combate à epidemia da Covid-19 tem sido marcada “de maneira criminosa pela irresponsabilidade e o descaso com a defesa da vida no nosso povo”.

A manifestação tem como bandeiras o reajuste no auxílio emergencial para o valor de R$ 600, ampliação do plano nacional de vacinação contra a Covid-19 e ações mais rígidas para frear a inflação nos preços ao consumidor.

Com informações da Tribuna do Norte

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